domingo, 17 de junho de 2012

Série de vídeos: Existencialismo em Sartre



Palestra sobre existencialismo com o professor Franklin Leopoldo e Silva

Então Sartre diz: na verdade Husserl quando diz que a consciência é este deslizar para fora de si, este movimento este ato,o que ele quer dizer, na verdade, é o seguinte: a consciência é um constante transcender-se(transcender-se quer dizer: ir para fora de si tentando superar-se(superar-se a si mesmo), indo além de si mesmo). Então, nós vemos aí que a consciência intencional do Husserl transforma-se(no Sartre) nesta consciência definida como este constante transcender-se. Este constante transcender-se é algo que vai constituir uma noção essencial da filosofia Existêncialista; chama-se projeto. O que é o sujeito? O que é a realidade humana? É aquilo que cada um projeta ser. Agora, se eu digo, então, que eu sou um projeto ou que a realidade humana é um projeto! isto parece contraditório, porque um projeto é aquilo que ainda não é. Bueno, este paradoxo é proposital, é justamente isto que Sartre quer dizer: nós somos aquilo que ainda não somos. Somos sempre aquilo que projetamos ser. Ora, esse projetar-se, esse simples projetar-se este puro projetar-se de onde ele vem? Quem projeta? Quem deseja ser? Não há algo, aí, por trás disso. Ele é fiel àquela concepção husserliana: a consciência não é uma coisa. Esse movimento, ele é um puro movimento, então, Sartre o chama com o nome próprio que definirá o centro da filosofia existêncialista: é a liberdade.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Documentário


SOLITÁRIO ANÔNIMO 

Um idoso deitado na grama à espera da morte. No bolso, um bilhete anunciava ser de terras distantes. Não havia documentos ou posses. Seu desejo era morrer solitário e anônimo. Esse é o início do documentário que conta a impressionante história de um homem obstinado a planejar e controlar sua morte. É um filme sobre a liberdade, a vida e a morte.

Link do Filme:

LIVRO


A METAMORFOSE – FRANZ KAFKA
"Quando Gregor Samsa despertou, certa manhã, de um sonho agitado viu que se transformara, durante o sono, numa espécie monstruosa de inseto."






A metamorfose, livro de Kafka, não conta apenas a história de um homem que se transformou em um inseto. É, sobretudo, uma história de alerta à sociedade e aos comportamentos humanos modernos, um livro que trata de questões filosóficas de extrema profundidade. Uma leitura atual, mesmo tendo sido escrita em 1912, durante a Primeira Guerra Mundial, quando Kafka se encontrava em meio a uma crise existencial, religiosa e racional, que pode ser chamada de crise da Modernidade. Mesmo sem ser considerado um filósofo, o escritor tem enorme prestígio nas discursões de problemas filosóficos por meio de sua literatura.

Livro para Download: