quinta-feira, 31 de maio de 2012

Documentário


SOLITÁRIO ANÔNIMO 

Um idoso deitado na grama à espera da morte. No bolso, um bilhete anunciava ser de terras distantes. Não havia documentos ou posses. Seu desejo era morrer solitário e anônimo. Esse é o início do documentário que conta a impressionante história de um homem obstinado a planejar e controlar sua morte. É um filme sobre a liberdade, a vida e a morte.

Link do Filme:

LIVRO


A METAMORFOSE – FRANZ KAFKA
"Quando Gregor Samsa despertou, certa manhã, de um sonho agitado viu que se transformara, durante o sono, numa espécie monstruosa de inseto."






A metamorfose, livro de Kafka, não conta apenas a história de um homem que se transformou em um inseto. É, sobretudo, uma história de alerta à sociedade e aos comportamentos humanos modernos, um livro que trata de questões filosóficas de extrema profundidade. Uma leitura atual, mesmo tendo sido escrita em 1912, durante a Primeira Guerra Mundial, quando Kafka se encontrava em meio a uma crise existencial, religiosa e racional, que pode ser chamada de crise da Modernidade. Mesmo sem ser considerado um filósofo, o escritor tem enorme prestígio nas discursões de problemas filosóficos por meio de sua literatura.

Livro para Download:

terça-feira, 17 de abril de 2012

Indicação de livro com viés filosófico para o blogger.



Livro: Memórias do Subsolo. 
Autor: Fiódor Dostoiévski.
 por Boris Schnaiderman 

Sinopse: Escrito na cabeceira de morte de sua primeira mulher, numa situação de aguda necessidade financeira, 'Memórias do subsolo' condensa um dos momentos mais importantes da literatura ocidental, reunindo vários temas que reaparecerão mais tarde nos últimos grandes romances do escritor russo. Aqui ressoa a voz do 'homem do subsolo', o personagem-narrador que, à força de paradoxos, investe ferozmente contra tudo e contra todos- contra a ciência e contra a superstição, contra o progresso e contra o atraso, contra a razão e a desrazão-; mas investe, acima de tudo, contra o solo da própria consciência, criando uma narrativa ímpar, de altíssima voltagem poética, que se afirma e se nega a si mesma sucessivamente. Não é por acaso que muitos acabaram vendo neste livro uma prefiguração das idéias de Freud acerca do inconsciente. O próprio Nietzsche, ao lê-lo pela primeira vez, escreveu a um amigo- 'A voz do sangue (como denominá-lo de outro modo?) fez-se ouvir de imediato e minha alegria não teve limites'.

Referência